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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Give me your green...


Pensei nele pela segunda vez, um ardor de desespero saqueou a minha espinha, desejo tanto vê-lo , sentir a palidez que este me transmite, acender um cigarro no meia da natureza que me apresentas-te, formar um secreto ínicio onde espaços de tremores fodidos me inalaram por completo.
Tenta sentir, sente apenas, não olhes, sente o cheiro, o ardor da acidez do cheiro, ouve, ouve o barulho das vogais a chamarem por ti, ouve o pássaro que te vai piar ao ouvido uma canção de embalar.

Pára, pára de pensar nele estereótipo de corpo. Amigo... Diz ao verde para sair, tirem-me esta cor repugnante, oferece-me a verdadeira cor natural das montanhas, daqueles edifícios..arranha-céus na minha segunda vida formal. Como eram altos aqueles topos de alguém.


Amanhã, sim amanhã depois do mergulho na cascata interrompida, queres vir comigo? J



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