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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

23 pedaços do regresso

O velho pedaço de imensidão pura e argumentada levou-me a certos pontos da minha cabeça onde há 2 mêses não teria a capacidade de chegar ou pelo menos não conseguiria reparar nos factos evidentes que me rodeavam.
Ontem senti-me no meu mundo perfeito, aquele espaço em que cada corpo diferente do ser humano pensa e reflecte sobre a sua presença no elevamento de terra basiando-se no eu querer ficar, eu estou bem, eu estou no local perfeito. No fundo, se imaginarmos a perfeição não atinje certos obstáculos, mas ao longo da vida dá-nos uma pequena demonstração do que seria se essa palavra existisse, poucas são as vezes que nos encontramos nessa posição, tantas delas não as aproveitamos ou desperdiçamos...não pensamos no porquê dessa mesma perfeição, nunca nos ter encontrar, contudo nós é que a expulsamos do nosso meio o mais rápido possível antes desta se afirmar como tal.


Para isso existe o erro...algo que as pessoas ultimamente têm medo de admitir que o fizeram ou desmonstraram fazer, pior que o erro é o medo de o cometer, para isso existe o cigarro, ao fim de 3 caixas já nem pensas se cometes ou não erros, a cinza revela o chão que pisas e ai apenas desejas não errar mais, e sucessivamente acontece exatamente o contrário.


Acho que vou deixar de fumar, 23 cigarros que me acompanham diariamente, são tão estranhos estes padrões de nicotina que me matam de 2 em 2 minutos.


JÁ NÃO QUERO MORRER. 23 horas, 23 dias , acabei o meu caderno, desta vez decidi não queimá-lo mas fechá-lo a sete chaves no meu armário para um dia me rir com ele. 23 livros, 23 chaves, 23 corpos, voltaram e foram, é assim o cículo.


2+3=5+3=8+2=10+10=20+3=23 HEY, I'M XANA AND YOU, I'm the number 2 ...

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