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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Destroying the bitch

Encontrava-me numa terra relativamente plana e o tempo acelerou o ritmo da minha imensidão vermelha.
Revistei ao de longe duas figuras transformadas em clones programados da mesma existência física, nada se moveu.
Uns olhos falsos e um cabelo cor de merda comprido reprimiu a minha sensação de calma e de saudade.
Estava doente. O sufoco estava irritantemente doente, e ela seria a única cura.
Porquê que aquela puta miserável seria a cura mais vulgar?
Oferece-lhe vida em troca de sexo e ele aceitou. Uma invulgar proibição de quem o quer com mais força, de quem curaria a sua pele com o corte da própria existência. Eram apenas 2.23 horas da manhã e o sopro estendido em direcção áquele caminho de relva evaporou-se mal ela derramou a primeira gota suspirada.

Acordei ao lado dela, sobre um berro estrangulado, tudo não passou de mais um pesadelo diabólico. O mundo continua a girar, e a minha cama ainda não saiu do sítio. Mais uma noite descansada...

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